Existem muitas, muitas, muitas teorias sobre a verdadeira localização de Atlântida. Nós recebemos a lenda de Atlântida de Platão, que escreveu sobre a bela, tecnologicamente avançada ilha-continente, em 370 a.C, mas a descrição que o filósofo fez de sua localização foi limitada e vaga. Muitos, é claro, concluíram que Atlântida nunca existiu. Aqueles que acreditam na sua existência têm procurado por evidências ou ao menos pistas em praticamente todo canto do mundo. As famosas profecias de Edgar Cayce dizem que remanescentes de Atlântida seriam encontrados perto de Bermuda, e em 1969 formações geométricas de pedras foram encontradas próximas a Bimini (também conhecida como “Estrada de Bimini”) o que os crentes dizem confirmar as predições de Cayce. Outros locais propostos para a localização de Atlântida incluem: Antártida, México, ao largo da costa da Inglaterra, possivelmente até ao largo da costa de Cuba (veja mais a frente). A controvérsia e as teorias irão certamente continuar até que alguém descubra uma placa dizendo “Bem-vindo à Atlântida. Coma no Joe’s.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
As Linhas de Nazca
As famosas linhas de Nazca podem ser encontradas em um deserto há cerca de 321km ao sul de Lima, Peru. Em uma planície medindo aproximadamente 59 km de comprimento e 1.6 km de largura existem linhas e figuras gravadas que tem desconcertado os cientistas desde sua descoberta, nos anos 1930. As linhas correm perfeitamente retas, algumas paralelas umas às outras, muitas se cruzando, fazendo com que pareçam, para quem olha de cima, pistas de pouso de antigos aeroportos. Isto estimulou Erich Von Däniken em seu livro “Eram os deuses astronautas?” a sugerir que elas eram de fato pistas para naves extraterrestres. Mais intrigantes são as figuras gigantes de 70 – alguns animais gravados no solo – um macaco, uma aranha e um beija-flor, além de outros. O que estarrece é que essas linhas e figuras foram feitas em tal escala que só podem ser reconhecidas em uma alta altitude. Então qual o significado delas? Alguns acreditam que possuam algum propósito astronômico, enquanto outros acreditam que serviam para cerimônias religiosas. Uma teoria recente sugere que as linhas levam a fontes de água preciosa. A verdade é que ninguém realmente sabe.
A idade das Pirâmides e da Esfinge
A maioria dos egiptólogos acredita que a Grande Esfinge do platô de Giza tem cerca de 4.500 anos de idade. Mas esse número é só isso – uma crença, uma teoria, não um fato. Como Robert Bauval diz em “The Age of the Sphinx” (A Idade da Esfinge), “não há nenhuma inscrição – nem ao menos uma – seja entalhada em uma parede ou pilar ou escrito nos amontoados de papiros” que associe a Esfinge a esse período de tempo. Então, quando ela foi construída? John Anthony West desafiou a idade aceita do monumento quando notou a erosão vertical em sua base, que somente poderia ter sido causada por uma longa exposição a água em forma de chuvas fortes. No meio do deserto? De onde a água vinha? O que acontece é que esta área do mundo já experienciou tais chuvas – cerca de 10.500 anos atrás! Isso faria com que a Esfinge tivesse o dobro da atual idade aceita. Bauval e Graham Hancock calcularam que a Grande Pirâmide igualmentedata de cerca de 10.500 a.C. – antecedendo a Civilização Egípcia. Isso aumenta as perguntas: quem as contruiu e porque?
Eu somente irei ressaltar que o formato geral da esfinge é uma formação natural naquela parte do mundo, devido aos ventos + areia. Os egiptologistas salientaram que os egípcios teriam notado aquele formato de gato, e então só entalhado os detalhes.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
O MISTÉRIO DOS DISCOS VOADORES
No dia 24 de junho de 1947, o comerciante Kenneth Arnold estava pilotando seu avião particular nos arredores do Monte Rainier, em Washington, quando avistou nove objetos não-identificados que descreveu como discos voadores. A expressão colou e, desde então, os objetos voadores não identificados (em português OVNI, em inglês UFO) também passaram a ser conhecidos como discos voadores, mesmo quando não têm a menor semelhança com discos,
Mas Kenneth Arnold não foi nem o primeiro, nem o último a avistar esses objetos. Relatos de avistamentos de OVNIs continuam a pipocar até hoje nos noticiários de todo o mundo e já faziam parte dos anais da história da humanidade muito antes que Arnold os batizasse de “discos voadores”.
Pilotos da II Guerra Mundial frequentemente relatavam que seus aviões eram perseguidos por objetos luminosos, que eles apelidaram de foo fighters (“caças malucos”), e o excêntrico pesquisador Charles Hoy Fort, que ficou conhecido como “o apóstolo do absurdo” e se especializou em colecionar notícias de fenômenos bizarros, compilou centenas de casos de avistamentos nos séculos XIX e início do XX.
Histórias preservadas nos mitos e lendas de todos os povos, bem como pinturas nas cavernas mostrando estranhos seres e objetos, sugerem que os discos voadores podem estar assombrando nossos céus pelo menos desde a pré-história.
Ao redor dos discos voadores, constituiu-se toda uma ciência nova, a ufologia. Um de seus fundadores foi o falecido Dr. Joseph Allen Hynek, um astrofísico norte-americano que, até sua morte, em 1986, era considerado o papa da ufologia. Em seu livro Ufologia – Uma Pesquisa Científica, Hynek propôs uma classificação usada até hoje para agrupar os relatos de casos ufológicos:
- Contatos Imediatos do I Grau: o simples avistamento de um objeto não-identificado.
- Contatos Imediatos do II Grau: um avistamento que também está associado a efeitos físicos supostamente causados pelo objeto.
- Contatos Imediatos do III Grau: não só o avistamento de um objeto, mas a interação da testemunha com seus alegados tripulantes, os ufonautas. (É daí que vem o nome do filme de Spielberg.)
Mas afinal, o que são os discos voadores?
No entanto, é preciso ter cautela e não colocar o carro na frente dos bois. A sigla OVNI significa apenas “objeto voador não-identificado”, e não existe nenhuma evidência concreta que nos permita identificar esses objetos voadores a espaçonaves alienígenas. Por mais sedutora que a hipótese extraterrestre pareça, ela é só uma hipótese. Existem outras, que também precisam ser levadas em conta.
O próprio Hynek estava longe de aceitar a hipótese extraterrestre. Quanto mais estudava o assunto, mais Hynek ficou convencido de que se tratava de um fenômeno paranormal gerado pela mente humana, ou então de um fenômeno relacionado a universos paralelos. Esta última teoria também foi proposta pelo pesquisador John A. Keel e por outro astrofísico que se tornou ufólogo, o francês Jacques Vallée. Tanto Keel quanto Vallée sugerem que inteligências provenientes de um mundo paralelo – o que, no jargão ufológico, às vezes é chamado deultraterrestres – criaram o fenômeno OVNI com o objetivo de enganar e manipular a humanidade.
Já a teoria de que as visões ufológicas são um fenômeno gerado pela mente humana foi proposta por ninguém menos do que Carl Gustav Jung, o grande psicólogo suíço que foi o principal discípulo de Freud antes de romper com o mestre e criar sua própria escola de psicologia. Jung escreveu sobre os OVNI em seu livro Discos Voadores – Um Mito Moderno Sobre Coisas Vistas no Céu, onde ele mostra que os relatos sobre discos voadores refletem os mesmos padrões arquetípicos que Jung encontrou nos mitos e nos sonhos, e que são uma manifestação de estruturas do inconsciente coletivo da humanidade. Jung não excluía a possibilidade de um fenômeno natural desconhecido, mas acreditava que esse fenômeno era apenas uma base sobre a qual as pessoas projetavam imagens inconscientes.
Na década de 80, o psicólogo canadense Michael A. Persinger apresentou uma ideia intrigante sobre qual poderia ser o fenômeno natural sugerido por Jung. Persinger descobriu que, quando expostas a campos eletromagnéticos com uma frequência semelhante à das ondas cerebrais, as pessoas entravam em um estado alterado de consciência e tinham visões idênticas às descritas pelas testemunhas ufológicas.
Visitantes alienígenas, habitantes de um universo paralelo, projeções arquetípicas ou fenômenos eletromagnéticos – sejam lá o que forem, os discos voadores continuam por aí, assombrando os céus do planeta, e seu mistério ainda aguarda uma explicação satisfatória
A ATLÂNTIDA ESPANHOLA
Em março de 2011, o arqueólogo Richard Freund ganhou notoriedade na imprensa internacional ao proclamar em alto e bom som que ele e sua equipe tinham finalmente encontrado as ruínas da legendária cidade de Atlântida, descrita originalmente pelo filósofo grego Platão e que desde a antiguidade vem inflamando a imaginação das pessoas.
Nos dois anos seguintes, Freund e seus colaboradores vasculharam a região e encontraram uma série de artefatos que lhes deram a certeza de que estavam na pista de alguma coisa. Esses artefatos traziam gravados um símbolo que, de acordo com Freund, é semelhante ao símbolo da Atlântida descrito por Platão.
Outros indícios encontrados pelo arqueólogo reforçaram suas conclusões. Entre eles, restos de madeira que, quando analisados, revelaram evidências de que teria havido uma grande e súbita mortandade, causada por um tsunami ocorrido por volta do ano 440 a.C. Para Hartford, teria sido esse tsunami que destruiu a Atlântida.
MENSAGENS NA ÁGUA
Durante séculos, xamãs, curandeiros e bruxos têm alegado que é possível energizar a água com vibrações positivas, e que a água assim energizada tem efeitos benéficos sobre a saúde física e mental de quem a bebe. A ciência sempre torceu o nariz para alegações desse tipo, rotulando-as como superstição e crendice. Mas uma descoberta feita pelo pesquisador japonês Masaru Emoto sugere que pode haver bem mais do que um fundo de verdade nessas crenças.
Há anos, o dr. Emoto vem realizando uma série de experimentos com cristais de água, que apresentam uma bela estrutura hexagonal. De acordo com Emoto, emoções, intenções e até mesmo música são capazes de influenciar a simetria desses cristais. Emoções positivas, boas intenções e música suave reforçam o padrão simétrico dos cristais, tornando-os mais belos, ao passo que música agitada, pensamentos maldosos e emoções negativas distorcem a simetria, tornando os cristais irregulares.
Para provar essa influência, o dr. Emoto apresenta em seus livros uma série de fotos, feitas por ele e por seus auxiliares, e existem vídeos na Internet que supostamente registram as mudanças pelas quais a água passa quando exposta a uma série de estímulos diferentes.
O pesquisador japonês está convencido de que as energias projetadas sobre a água ficam armazenadas na estrutura dos cristais, e em 2005 criou a International Water for Life, uma instituição sem fins lucrativos, cujo objetivo é tentar melhorar as condições do planeta energizando positivamente suas águas.
Em todo caso, é algo que vale a pena considerar da próxima vez que você for tomar um copo d’água. É possível que ele faça bem mais do que simplesmente matar sua sede.
O ROSTO DE MARTE
Em 25 de julho de 1976, a sonda espacial Viking I tirou uma fotografia da superfície de Marte mostrando o que parecia ser uma gigantesca face humana esculpida em pedra na região de Cydonia. Gerry Soffen, na época o cientista-chefe da missão Viking, classificou a imagem como uma ilusão causada por um jogo de luz e sombra, mas a imprensa não lhe deu muita atenção. A imagem do rosto de Marte ganhou o mundo, tornou-se um ícone pop e, durante os vinte anos seguintes, passou a alimentar as mais bizarras teorias e especulações.
A hipótese mais popular entre os ufólogos é a de que o rosto de Marte seria a prova de que o planeta vermelho tem ou teve no passado uma civilização avançada, criada por seres semelhantes a nós. O principal proponente dessa ideia é o americano Richard C. Hoagland, que foi curador de astronomia e ciência espacial do Museu da Ciência de Springfield e é autor de vários livros sobre o assunto. Hoagland acredita que os supostos marcianos teriam chegado a colonizar a Lua, bem como alguns satélites de Júpiter e Saturno, e que a NASA e o governo americano conspiram para manter esse fato escondido do público.
A partir desse template básico, surgiram dezenas de variações da hipótese. Há quem acredite, por exemplo, que nós somos descendentes dos marcianos que construíram o rosto de Cydonia, os quais teriam colonizado a Terra e migrado para cá quando Marte se tornou inabitável. Outros sugerem o contrário, que a Terra teve uma civilização avançada no passado, que foi destruída por uma catástrofe, e que essa catástrofe teria provocado um êxodo dos sobreviventes em direção a Marte. Alguns grupos religiosos chegaram mesmo a dizer que o rosto de Marte era ninguém menos do que Jesus Cristo, e que o monumento teria sido colocado lá por Deus em pessoa como um sinal para nós.
Infelizmente para os que acreditam nessas especulações, porém, tudo indica que Gerry Soffen estava certo e que o célebre rosto de Marte não passa de um jogo de luz e sombras. Novas fotos tiradas no início do século XXI por várias missões não-tripuladas americanas e européias mostram a região de Cydonia por um ângulo diferente e com uma resolução muito superior à das imagens da Viking I. E nessas fotos não se vê nem sinal de um rosto esculpido na pedra.
Claro que os adeptos de teorias conspiratórias não se deixam convencer com tanta facilidade. Eles alegam que as imagens mais recentes são falsas, criadas por computação gráfica como parte de uma conspiração para ocultar os fatos, e continuam firmes em sua crença inabalável na existência de uma grande civilização marciana capaz de esculpir gigantescos rostos em pedra.
A verdade, como sempre, está lá fora. Mais exatamente, na planície de Cydonia, em Marte
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